Sexta-feira, Maio 23, 2008

Para o meu coraçao...(Pablo Neruda)

Para o meu coração basta o teu peito,
Para a tua liberdade as minhas asas.
Da minha boca chegará até ao céu
O que dormia sobre a sua alma.

És em ti a ilusão de cada dia.
Como o orvalho tu chegas ás corolas.
Minas o horizonte com a tua ausência
Eternamente em fuga como a onda.

Acolhedora como um velho caminho
Povoam - te ecos e vozes nostálgicas.
Eu acordei e ás vezes emigram e fogem
Pássaros que dormiam na tua alma.

Eu disse que no vento ias cantando
Como os pinheiro e como o s mastros.
Como eles tu és alma e taciturna
E ficas logo triste, como uma viagem.


Escolhi estes poemas porque gosto de poemas românticos, nunca tinha lido este livro mas gostei do que li.

Escrito por Caty em 11:31:40 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Abril 17, 2008

um livro é mais um história que passa pelas nossas vidas!
Escrito por Caty em 12:36:24 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, Abril 05, 2008

glossário de tratro

Cenário
Lugar onde deccorre a acção. O cenário pode ser construido em tela ou em outros materiais e situa o espectador  na época e no lugar em que a história se passa.
Comédia
Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador.
Peça
Texto que serve de base á representação.
Teatro
Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento.
Acção
Assunto,enredo,intriga, história(s) de uma peça de teatro.
Acto
Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro.
Actor
Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro.
Cena
Subdivisão de um acto. Em cada cena,sai uma personagem ou entra outro.
Cenógrafo
Responsável pela criação/execução dos cenários.
Didascália
Indicação cénica que se refere á caracterização (atitudes) das personagens em vário momentos da peça, á sua movimentação em cena(entrada, saída), aos lugares em que se passa a história e ao longo do tempo em que ela decorre.
Guarda-roupa
Conjunto de tajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em difrentes peças.
Papel
Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar.
Contra-regra
Aquele que marca e entrada dos actores em cena.
Deixa
Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala.
Aparte
Falas de uma personagem que, segundo as convenções(regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens.
Bastidores
Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada e onde se guardam os adereços e outros materias.
Contracenar
Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena pricipal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo.
Palco
Parte do teatro onde os actores representam.
Ponto
Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das falas.
Público
Pessoas que assistem á representação de uma peça de teatro.
Autor/Dramatugo
Autor de peças.
Caracterizador(a)
Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados uma face.
Director(a) 
Responsável máximo por uma companhia de teatro.
Encenador(encenação)
Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papeis, levando á cena um texto original ou adaptação de um original.
Figurinista
Técnico de teatro que se ocupa dos modelos de figurinos(vesturário, maquilhagem, penteado e outros complementos).
Fotógrafo(fotografia)
Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo.
Luminotécnico
O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena.
Produtor (produção)
Cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artistica.
Sonoplasta(sonoplastia)
Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constítuem o fundo sonoro de uma peça de teatro.
Escrito por Caty em 22:19:26 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Março 13, 2008

semana da leitura

Quadras de Fernando Pessoa

1-Teus olhos de quem não quer
   Procuram quem eu não sei. 
   Se um dia o amor vier 
   Olharás como eu olhei.

2- Tenho um colar de pérolas
     Enfiado para te dar:                                                           
     As pérolas são os meus beijos,                                                       
    O fio é o meu penar.

3- O meu aor é pequeno
     Pequenino não o acho.
     Uma pulga deu - lhe um coice, 
     Deitou - o da cama abaixo.

4- A caixa que não tem tampa
    Fica sempre destapada.
    Dá - me um sorriso dos teus
    Porque não quero mais nada.

5- Levas uam rosa ao peito
     E tens uma nadr que é teu...
     Antes tivesses o jeito
    De amar alguém, que sou eu.

6- Meu coração a bater
    Parece estar - me a lembrar
    Que, se um dia te esquecer,
    Terá ele que parar.

7- Dei - lhe um beijo ao pé da boca
    Por a boca se esquivar.
    A ideia talvez foi louca,
    O mal foi não acertar.
 
8- Baila em teu pulso delgado
    Uma pulseira que herdas - te...
    Se amar alguém é pecado
    És santa, nunca pecaste.

9- Eu não sei senão amar - te,
    Nasci para te querer.
   Ó quem me dera beijar - te,
   E beijar - te até morrer

Escrito por Caty em 12:45:39 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Fevereiro 21, 2008

escrita colaborativa

O pé chegou a casa muito cansado depois da festa, porque tinha sido uma festa muito animada e divertida. No dia seguinte foram passear pelo parque e  o pé viu uma rapariga que lhe faltava um pé, pois o seu pé estava doente e teve que ser amputado. O outro pé ficou muito triste e pensou: - Tenho que arranjar uma solução para aquela menina... Passaram dois dias e sempre preocupado com a situação, foi até ao hospital para ver se descobria uma solução, pois tinha mesmo que ajudar a menina. Chegado ao hospital, o médico disse lhe que era muito complicado ajudá-la sem pimeiro conhecer o caso. O pé prometeu - lhe que lhe ia trazer a menina e assim foi, no dia seguinte lá chegou ele ao hospital com a menina tendo sido muito bem recebido pela enfermeira da pediatria.
Escrito por Caty em 12:46:26 | Link permanente | Comments (1) |

Quinta-feira, Janeiro 24, 2008

Diário do naufrágio- sexta-feira ou a vida selvagem

A actividade na galeota holandesa
Ao fim da tarde do dia 29 de Setembro de 1759, o céu escurecera rapidamente na região do arquipélago Juan Fernandez a aproximadamente 6 km das costas Chilenas. A tripulação do Virgínia reuniu-se no convés para ver as pequenas chamas que apareciam dos mastros e vergas do navio. Robinson viajava a bordo do Virgínia. A galeota holandesa não tinha nada a recear nem mesmo o mais violento temporal, pois era um barco de forma arredondada, pesado, pouco rápido e era capaz de se manter estável durante a tempestade (pag. 9).  
A tempestade
À noite, quando o capitão Van Dayssel viu uma das velas rebentar, mandou baixar as outras e que se fechassem com ele no interior da galeota à espera que a tempestade parasse. O único perigo a temer eram os recifes ou bancos de areia, mas o mapa não indicava nada do género, e por isso tudo levava a pensar que o Virgínia podia navegar centenas de quilómetros sem encontrar obstáculos (pag. 9).
A procura de um meio de salvação
Robinson viu um grupo de homens a tentar lançar um bote de salvamento e dirigiu-se para o navio. Foi nessa altura que um choque abalou o navio e tudo o que nele se encontrava (pag. 10).
As horas no mar tempestuoso
O navio afundou-se enquanto viajava para as ilhas de Juan Fernandez. As horas no mar foram muito agitadas devido à tempestade. Quando a lanterna se apagou ainda se via a cabeça do capitão a deslizar sobre a mesa. O mais assustador foi que o navio tinha ficado completamente imóvel, pois devia estar preso num banco de areia (pag.10).
A chegada à ilha
Quando Robinson voltou a si estava deitado na areia e foi quando uma onda veio lamber-lhe os pés. Robinson sentiu uma dor no ombro e sentou-se com dificuldade. A praia estava cheia de peixes mortos e de algas negras. Olhou oeste e viu uns enormes rochedos com vários recifes (pag. 11).
Os objectos trazidos
Alguns dias depois Robinson foi ao Virgínia ver se haviam destroços que se pudessem utilizar. Trouxe do navio duas caixas de biscoitos, um óculo, dois mosquetes, uma pistola, dois machados, uma pá, uma enxada, um martelo, uma peça de tecido de lã vermelha, um cachimbo de porcelana e do camarote do capitão trouxe uma bíblia que tinha encontrado (pag. 18).
 Explicação científica de tempestades tropicais
Tempestades tropicais – vento mais violento ocorre durante as tempestades tropicais. Desenvolvem-se sobre o mar, mas podem ser levados para a terra pelo vento. São mais frequentes em três regiões do mundo: No mar das Caraíbas, na parte sul do oceano Índico e no Atlântico Norte clima dos furacões.
A responsabilidade do homem nas catástrofes naturais
O ser humano lança para a atmosfera grandes quantidades de gases que fazem o efeito de estufa (o Dióxido de Carbono e vapor de água), estes dois gases são os principais responsáveis pelo aumento das temperaturas originando o aquecimento global. O aquecimento global pode originar graves consequências para o planeta Terra tais como: buraco do ozono, o aumento do nível médio das águas dos oceanos devido ao descongelamento das superfícies polares (água em estado sólido), o que origina inundações. Prevê-se que no caso, de não conseguirmos impedir o elevado aquecimento global, que muitas cidades com a subida do nível das águas dos oceanos ficarão submersas.
Escrito por Caty em 12:44:40 | Link permanente | Comments (1) |

Quinta-feira, Novembro 29, 2007

os doces da anita

Anita era uma rapariga doce e ternurenta tinha apenas 13 anos mas fazia compotas como ninguém, quem lhe tinha ensinado foi a sua avó quando tinhas apenas 5 anos. Anita fazia muitas compotas mas só dava á família e amigos até que um dia a avó sugeriu: - Porque é que não fazes uma pequena mesa e pões lá fora? - Nunca tinha pensado nisso – disse Anita No dia seguinte Anita pediu ao avó que lhe fizesse uma mesa para por as suas compotas. Dali a dois dias a sua mesa já estava pronta. Á tarde a Anita fez muitos frascos de compotas para no dia seguinte pôr á venda: fez compotas d morango, de pêssego, de pêra e de muitos sabores. No dia seguinte pôs a mesa lá fora no seu quintal e começou a chamar pelas pessoas: - Olha a compota doce e boa feita por uma menina doce e boa. Dali a alguns minutos a “bancada da Anita”(era o nome da mesa) enchera completamente. À noite quando a “ bancada da Anita” fechou Anita contou o dinheiro, tinha feito 25€ e ela pensou que com os 25€ que tinha pensou que poderia comprar um presente para a sua avó, afinal foi ela que lhe deu a ideia de fazer as compotas, ela merecia. Dois dias depois Anita deu á avó um quadro com a fotografia delas juntas, que tinham tirado no aniversário da sua avó.
Escrito por Caty em 12:41:03 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira, Novembro 16, 2007

 

Continuação do texto de Jorge Reis – Sá

 

 

 

(…) Daquele dia em que o seu pai faleceu num trágico acidente.
Tudo aconteceu à dois anos quando o marido de Clara e pai de Afonso morreu.
Ia José a caminho do trabalho como fazia habitualmente quando um camião se pôs á frente e ele acabou por morrer.
Dali a dois dias foi o funeral Clara e Afonso sofreram muito com a morte de José.
Passou um ano Clara já não andara de preto mas a tristeza a saudade ainda permanecera no seu coração, Afonso já brincava com os seus colegas mas ainda muito triste como se tivesse acontecido agora.
   Durante a noite Afonso sonhara como teria acontecido o acidente pois ele não estava no carro quando o seu pai batera contra o camião. Sonhou que o pai tinha saído de casa de madrugada e tinha ido para o café beber e bebeu até cair para o lado, depois foi conduzir e bateu contra o camião.
  Mas tudo não passou de um sonho, na verdade o pai de Afonso e marido de Clara não tinha morrido estava lá na manhã seguinte a tomar o pequeno – almoço, era como se o sonho nunca tivesse acontecido, estava tudo bem.
Escrito por Caty em 16:56:08 | Link permanente | Comments (1) |

Sexta-feira, Outubro 19, 2007

Continuação do texto de Luísa Ducla Soares

 

 

     Era uma vez uma loja de donos chineses que não sabiam falar muito bem português.

Na véspera de Dezembro puseram um sobrinho chamado Jack a trabalhar na sua loja, coitado trabalha quase a pão e água, os tios não lhe dão de comer, descriminam – no.

 Até que um dia, Jack com tanta fome resolve ir buscar um iogurte ao frigorífico e o filho dos donos viu ele a fazer tal coisa e foi contar aos seus pais. Na noite seguinte os tios de Jack já sabiam do sucedido e não o iam deixar comer até á noite seguinte.

    Na manhã seguinte Jack com tanta fome quase já nem tinha força para andar mas tinha que ir para a loja senão os tios castigavam – no ainda mais.

O rapaz muito magrinho e quase a desmaiar atendia simpaticamente os clientes, até que os tios o chamaram e ele foi ter com eles o tio deu – lhe um estalo, ele não percebeu porquê e voltou para junto do cliente, que comprou o que queria.

    Mal saiu da porta foi logo chamar a policia, dali a alguns minutos aparece um carro da policia nesse instante os tios estavam na arrecadação a bater –lhe.

Os tios foram presos e o filho foi para uma instituição e o Jack voltou para junto dos seus pais, que lhe davam amor e carinho.

 

 

Este texto retrata a história de um menino que não tem que comer …….

Ajude as pessoas que não tem uma refeição decente….ajude    

Escrito por Caty em 16:52:34 | Link permanente | Comments (1) |

Sexta-feira, Outubro 12, 2007

funções da linguagem

Emotiva: que dá vazão a conteúdos de natureza emotiva. Está centrada no sujeito emissor e caracteriza-se por ser uma expressão directa da atitude do emissor em relação àquilo de que fala. Em textos escritos, caracteriza-se por interjeições, exclamações ou adjectivos carregados de subjectividade e diminutivos. Exemplo: «Orra, meu, isso não é bonito!» Função apelativa: Função orientada para o destinatário e procura levar o receptor a reagir. A linguagem publicitária utiliza esta função. Como exemplo, dou um reclame que existia há muitos anos nos bondes em São Paulo (em Portugal: eléctricos): Veja senhor passageiro o belo tipo faceiro que o senhor tem a seu lado. No entanto, acredite: quase morreu de bronquite, salvou-o Rum Creozotado. Função referencial, denotativa ou informativa: centrada no contexto, ocorre sempre que o emissor procura veicular de maneira objectiva conteúdos de natureza cognitiva. Presente nos textos de carácter científico ou jornalístico. Exemplo: este parágrafo. Função fática: ocorre quando se procura estabelecer, manter ou interromper uma comunicação. Através dela o falante verifica se a comunicação é operacional ou se o interlocutor está interessado no que se diz. Exemplos: Alô (no telefone); Ouviu? Função metalinguística: Centrada no código, ocorre quando o falante procura verificar se emissor e receptor estão utilizando o mesmo código. Ao longo de um texto, expressões como «isto é», «ou seja», «quer dizer» são exemplos desta função. Função poética: centrada na própria mensagem, ocorre principalmente na linguagem poética – nas outras formas de actividade verbal o seu papel é secundário. Presente em textos em que se recorre às rimas, ao ritmo, a certos recursos estilísticos como metáforas, por exemplo. Eis uma amostra: Se eu não vejo a mulher que eu mais desejo nada que eu veja vale o que eu não vejo (de Bernart de Ventadora – 1174, traduzido por Augusto de Campos).
Escrito por Caty em 11:35:29 | Link permanente | Comments (0) |