Friday, October 19, 2007

Continuação do texto de Luísa Ducla Soares

 

 

     Era uma vez uma loja de donos chineses que não sabiam falar muito bem português.

Na véspera de Dezembro puseram um sobrinho chamado Jack a trabalhar na sua loja, coitado trabalha quase a pão e água, os tios não lhe dão de comer, descriminam – no.

 Até que um dia, Jack com tanta fome resolve ir buscar um iogurte ao frigorífico e o filho dos donos viu ele a fazer tal coisa e foi contar aos seus pais. Na noite seguinte os tios de Jack já sabiam do sucedido e não o iam deixar comer até á noite seguinte.

    Na manhã seguinte Jack com tanta fome quase já nem tinha força para andar mas tinha que ir para a loja senão os tios castigavam – no ainda mais.

O rapaz muito magrinho e quase a desmaiar atendia simpaticamente os clientes, até que os tios o chamaram e ele foi ter com eles o tio deu – lhe um estalo, ele não percebeu porquê e voltou para junto do cliente, que comprou o que queria.

    Mal saiu da porta foi logo chamar a policia, dali a alguns minutos aparece um carro da policia nesse instante os tios estavam na arrecadação a bater –lhe.

Os tios foram presos e o filho foi para uma instituição e o Jack voltou para junto dos seus pais, que lhe davam amor e carinho.

 

 

Este texto retrata a história de um menino que não tem que comer …….

Ajude as pessoas que não tem uma refeição decente….ajude    

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Friday, October 12, 2007

funções da linguagem

Emotiva: que dá vazão a conteúdos de natureza emotiva. Está centrada no sujeito emissor e caracteriza-se por ser uma expressão directa da atitude do emissor em relação àquilo de que fala. Em textos escritos, caracteriza-se por interjeições, exclamações ou adjectivos carregados de subjectividade e diminutivos. Exemplo: «Orra, meu, isso não é bonito!» Função apelativa: Função orientada para o destinatário e procura levar o receptor a reagir. A linguagem publicitária utiliza esta função. Como exemplo, dou um reclame que existia há muitos anos nos bondes em São Paulo (em Portugal: eléctricos): Veja senhor passageiro o belo tipo faceiro que o senhor tem a seu lado. No entanto, acredite: quase morreu de bronquite, salvou-o Rum Creozotado. Função referencial, denotativa ou informativa: centrada no contexto, ocorre sempre que o emissor procura veicular de maneira objectiva conteúdos de natureza cognitiva. Presente nos textos de carácter científico ou jornalístico. Exemplo: este parágrafo. Função fática: ocorre quando se procura estabelecer, manter ou interromper uma comunicação. Através dela o falante verifica se a comunicação é operacional ou se o interlocutor está interessado no que se diz. Exemplos: Alô (no telefone); Ouviu? Função metalinguística: Centrada no código, ocorre quando o falante procura verificar se emissor e receptor estão utilizando o mesmo código. Ao longo de um texto, expressões como «isto é», «ou seja», «quer dizer» são exemplos desta função. Função poética: centrada na própria mensagem, ocorre principalmente na linguagem poética – nas outras formas de actividade verbal o seu papel é secundário. Presente em textos em que se recorre às rimas, ao ritmo, a certos recursos estilísticos como metáforas, por exemplo. Eis uma amostra: Se eu não vejo a mulher que eu mais desejo nada que eu veja vale o que eu não vejo (de Bernart de Ventadora – 1174, traduzido por Augusto de Campos).
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