Thursday, November 29, 2007

os doces da anita

Anita era uma rapariga doce e ternurenta tinha apenas 13 anos mas fazia compotas como ninguém, quem lhe tinha ensinado foi a sua avó quando tinhas apenas 5 anos. Anita fazia muitas compotas mas só dava á família e amigos até que um dia a avó sugeriu: - Porque é que não fazes uma pequena mesa e pões lá fora? - Nunca tinha pensado nisso – disse Anita No dia seguinte Anita pediu ao avó que lhe fizesse uma mesa para por as suas compotas. Dali a dois dias a sua mesa já estava pronta. Á tarde a Anita fez muitos frascos de compotas para no dia seguinte pôr á venda: fez compotas d morango, de pêssego, de pêra e de muitos sabores. No dia seguinte pôs a mesa lá fora no seu quintal e começou a chamar pelas pessoas: - Olha a compota doce e boa feita por uma menina doce e boa. Dali a alguns minutos a “bancada da Anita”(era o nome da mesa) enchera completamente. À noite quando a “ bancada da Anita” fechou Anita contou o dinheiro, tinha feito 25€ e ela pensou que com os 25€ que tinha pensou que poderia comprar um presente para a sua avó, afinal foi ela que lhe deu a ideia de fazer as compotas, ela merecia. Dois dias depois Anita deu á avó um quadro com a fotografia delas juntas, que tinham tirado no aniversário da sua avó.
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Friday, November 16, 2007

 

Continuação do texto de Jorge Reis – Sá

 

 

 

(…) Daquele dia em que o seu pai faleceu num trágico acidente.
Tudo aconteceu à dois anos quando o marido de Clara e pai de Afonso morreu.
Ia José a caminho do trabalho como fazia habitualmente quando um camião se pôs á frente e ele acabou por morrer.
Dali a dois dias foi o funeral Clara e Afonso sofreram muito com a morte de José.
Passou um ano Clara já não andara de preto mas a tristeza a saudade ainda permanecera no seu coração, Afonso já brincava com os seus colegas mas ainda muito triste como se tivesse acontecido agora.
   Durante a noite Afonso sonhara como teria acontecido o acidente pois ele não estava no carro quando o seu pai batera contra o camião. Sonhou que o pai tinha saído de casa de madrugada e tinha ido para o café beber e bebeu até cair para o lado, depois foi conduzir e bateu contra o camião.
  Mas tudo não passou de um sonho, na verdade o pai de Afonso e marido de Clara não tinha morrido estava lá na manhã seguinte a tomar o pequeno – almoço, era como se o sonho nunca tivesse acontecido, estava tudo bem.

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