Thursday, January 8, 2009

batalha de aljubarrota

Está Vasco da Gama a contar a História de Portugal ao Rei de Melinde, referindo a morte de D. Fernando e respectivas consequências, e referindo também D. João, Mestre de Avis, e toda a sua história de nomeação a Regedor e Defensor do Reino. Dá desenlace à batalha contra Castela que se travou em 14 de Agosto de 1383.O Rei de Castela invade Portugal, e poucos eram os que queriam combater pela Pátria. Mas os que estavam dispostos a defender o seu Reino, onde se destacava Nuno Álvares Pereira, iriam defende-lo com a convicção da vitória, pois o país vizinho tinha enfraquecido bastante no reinado de D. Fernando e D. João I era garantia de valor e sucesso e nunca Portugal tinha saído derrotado dos combates contra os Castelhanos.No início desta batalha, o som da trombeta castelhana causa efeitos não só nos guerreiros, como nas mães, que apertam os filhos ao peito, e também na natureza: o Guadiana, o Alentejo, o Tejo ficam assustados.Na descrição da batalha, destacam-se as actuações de Nuno Álvares Pereira e de D. João, Mestre de Avis; salienta-se também o facto dos irmãos de Nuno combaterem contra a própria Pátria, acabando por morrer numa batalha em que foram traidores de Portugal.No final, Camões refere o desânimo e a fuga dos Castelhanos, que novamente foram derrotados pelos lusitanos.

 

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Wednesday, December 31, 2008

FELIZ 2009 A TODOS

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Saturday, December 20, 2008

bom natal a todos os alunos de E.B.I. Vila cova

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nestas férias vou ler ” O fantasma da ópera” de Gaston Leroux.
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Monday, December 15, 2008

Trabalho sobre “Os Lusíadas” (dedicatória)


 

Em “Os Lusíadas”, para mim a dedicatória é a parte mais importante da obra porque Camões dedica a obra ao rei D.Sebastião.

 

D.Sebastião nasceu a 20 de Janeiro de 1554 e morreu a 4 de Agosto de 1578. Foi o 16º rei de Portugal. Filho de João de Portugal e neto de João |||, foi rei os 3 anos de idade. No reinado de D.Sebastião foi conquistada Macau e Damão. D.Sebastião casou – se com D.Joana.

 

D.Sebastiao em “Os Lusíadas”

 

D.Sebastião vai ser o substituto do trono de Portugal é a garantia da independência e a esperança de Portugal para aumentar a fé cristã. D.Sebastiao era jovem mas a tinha combatido os mouros. D.Sebastião foi dado a Portugal para assegurar a independência e aumentar a fé em Portugal e no resto dos países do mundo.

Ele tem amor á pátria mas esse amor não é puro interesse esse amor que liga o rei ás pessoas é mais importante do que ser rei do mundo. Este rei gosta de ser falado e divulgado pelo povo mas só em coisas boas e não gosta de louvar o povo com testemunhos falsos.

 

Está aqui uma pequena história da dedicatória. Na minha opinião esta dedicatória foi bem entregue a D.Sebastião visto que ajudou muitos portugueses na batalha de Alcácer-Quibir.

Camões sempre dentro de um estilo greco-romano faz esta dedicatória a D.Sebastião, uma dedicatória breve e simples mas com muito mais para nos contar.

 

 

 

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Tuesday, December 9, 2008

textos de opinião


 

1-elabora um texto bem estruturado, em que exprimas a tua opinião sobre a integração de uma disciplina de Educação Sexual, no currículo do Ensino Básico.

 

Eu estou contra a educação sexual na escola porque acho que os alunos iam ter vergonha de se expressarem. Os jovens com menos maturidade iam achar graça ao princípio mas no fim iam-se sentir envergonhados e com medo de dizerem e perguntarem o que querem.

      É certo que as aulas iam ter uma grande importância para os alunos que querem aprender e saber mais, mas também esses se iam sentir em certa parte um pouco envergonhados.

   Naturalmente que muitos pais não queriam que existisse este tipo de aulas ou porque são muito reservados e querem passar esses valores aos filhos ou porque preferem ser eles a ensinar os seus filhos.

A educação sexual é uma disciplina interessante mas para alunos com maturidade e para os que querem aprender um pouco mais.

 

2-produz um texto de opinião sobre a possível realização dos jogos olímpicos de 2016 em Portugal.

 

Concordo que os jogos olímpicos de 2016 sejam em Portugal porque Portugal é um pouco “descriminado” em relação ao resto dos países da Europa. Portugal deveria ser mais participativo nas competições que são organizadas pelos outros países, mas devido ao baixo apoio financeiro por parte do estado ou ate mesmo dos próprios clubes desportivos não temos possibilidades para participarmos.

Os jogos olímpicos são um “ponto de encontro” entre vários países, religiões e culturas diferentes da nossa.

Vamos fazer um esforço para ganhar estes jogos olímpicos!

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Monday, December 8, 2008

A Historia de D.Pedro e D.Inês de Castro

Histórias de amor e tragédia há muitas. O que tem esta de tão especial para ser contada vezes sem conta ao longo de vários séculos? Consta que D. Inês de Castro era “mui formosa” e que D. Pedro se apaixonou logo por ela. Mesmo o facto de D. Pedro ser casado com D. Constança (da qual Inês era aia) não impediu este amor de começar. D. Inês foi exilada e, mesmo assim, a história continuou. Depois de D. Constança morrer, D. Pedro foi buscar D. Inês ao exílio e levou-a para Coimbra. O casal teve quatro filhos, mas um morreu. Os filhos eram D. Pedro, D. Beatriz e D. Dinis.

Os irmãos de D. Inês de Castro estiveram na corte de Castela, onde reinava Pedro I, o Cruel (primo de D. Pedro), mas depois vieram para Portugal. Na altura preparava-se uma revolução contra D. Pedro I de Castela e especula-se que os irmãos de Inês tentavam convencer D. Pedro a juntar-se à revolução. Se ganhasse, ficaria com a corte de Castela, mas o Conselho do rei Afonso IV (pai de D. Pedro) temia que Castela ganhasse e que Portugal perdesse a coroa. Decidiu-se assim que o melhor era matar D. Inês. Ela foi então degolada (embora na versão dos poetas tenha sido “apunhalada”, pois é mais dramático e romântico), deixando D. Pedro furioso e sedento de vingança.

Até aqui esta história é parecida com outras de amor, traição e morte, mas o principal facto que a torna extraordinária é toda a actuação de D. Pedro depois da tragédia da amada desencadeou uma guerra civil contra o seu pai; perseguiu e matou os assassinos de D. Inês; construiu um túmulo imponente, desenterrou-a seis anos depois e levou-a para Alcobaça (para a enterrar nesse mesmo túmulo) e ainda a coroou depois de morta, garantindo que os dois tinham casado em segredo.

Foi assim que D. Inês foi “coroada” rainha e jaz há muitos séculos ao pé do amado. Na verdade, D. Pedro mandou construir também um túmulo para si (onde está contada a história do amor deles) ao pé do túmulo de Inês.

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Wednesday, November 26, 2008

livro

Neste momento estou a ler “Coração” de Edmundo de Edmicis. ainda estou a ler e estou a gostar.O livro trata-se de  um diario escolar em que um rapaz fala sobre o seu mundo e o mundo dos seus amigos, professores, colegas e pais.
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Monday, November 3, 2008

Estrutura dos Lusíadas

Pode dividir-se em três partes: a estrutura interna, a estrutura externa e os planos da narrativa. A estrutura interna é composta por:
Proposição, onde o Poeta refere os seus objectivos
 Invocação, onde o Poeta invoca as Tágides ou Ninfas do Tejo Dedicatória, onde dedica o poema a El-Rei D. Sebastião
Narração que se inicia a partir da estância 19, no canto I, até ao fim do canto X.

Quanto à estrutura externa, é composta por:
10 cantos, com estrofes de 8 versos, com rima emparelhada e cruzada
Versos com 10 sílabas métricas (decassílabos).

Os planos da narrativa são constituídos por:
Narração histórica - História de Portugal Narração da viagem de Vasco da Gama
Narração mitológica - intervenção dos Deuses.

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Tuesday, October 28, 2008

Poema

Mundo selvagem


 

Deixem – me gritar

Deixem – me sorrir

Libertem – me

Quero fugir!

 

Não suporto

Esta prisão de falsidades

Não vou resistir…

Rebentarei estas grades!

 

Estou num Mundo perdido

Não há paz nem amor

Apenas homens perversos

E cheios de rancor.

 

Não trocam balas por flores

Dão prioridade á ganância e ao poder

Preferem as lágrimas aos sorrisos

Ignorando o que é o ser.

 

                                                                                                      Joana Gomes

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